Acrescentava também que "até agora, não me..."/>
Dizia eu aqui há dias, a propósito da magna questão que dá título ao post, que "se o procedimento parlamentar tem tanta legitimidade quanto o recurso ao referendo, convém recordar que o referendo é excepção e o Parlamento regra. Cabe portanto a quem defende o referendo demonstrar as suas vantagens neste caso concreto." Acrescentava também que "até agora, não me... more Dizia eu aqui há dias, a propósito da magna questão que dá título ao post, que "se o procedimento parlamentar tem tanta legitimidade quanto o recurso ao referendo, convém recordar que o referendo é excepção e o Parlamento regra. Cabe portanto a quem defende o referendo demonstrar as suas vantagens neste caso concreto." Acrescentava também que "até agora, não me convenceram." Entretanto o Paulo Pinto Mascarenhas e o Henrique Burnay deram-me uma ajudinha. O Henrique, sublinhando a inevitabilidade de o referendo ser desvirtuado num plebiscito em torno das orientações sexuais de cada um. O Paulo, comprovando que a pedra de toque do argumentário pró-referendo é a desvalorização do Parlamento. Estou convencido. Não ao referendo.Network
Casamento gay: parlamento ou referendo? (2)